Arolda Figuerêdo estreia na prosa com o livro “Histórias da terra do mandamê”
Imagem: Divulgação
A professora universitária Arolda Figuerêdo está estreando na prosa com o livro “Histórias da terra do mandamê” (Grupo Caravana, 2024). Trata-se de uma seleção de contos que têm Caravelas, cidade natal da autora, como cenário. Mais especificamente o distrito de Ponta de Areia.
Nesse cenário paradisíaco localizado no extremo sul baiano, Arolda Figuerêdo vivenciou grandes e belas histórias que, agora, se transformaram em narrativas irresistíveis. Textos – como “Uma ponta de areia e o mar”, “No meio do caminho tinha uma amendoeira”, “A história da peruca” e “As muitas Marias da terra do mandamê” – atraem e cativam à primeira leitura.
As narrativas – que transitam entre o conto e a crônica – podem ser chamadas de autoficção porque, quase sempre, dizem respeito à autora ou aos elementos que fizeram (e fazem) parte de sua história pessoal (infância, familiares, mar, estrada de ferro, etc.).

“São contos, mas também crônicas, histórias ou relatos contados por quem não só sabe do que está falando, mas, sobretudo, vivenciou o que narra em forma de textos transportados por uma prosa leve, coloquial, quase confidencial”, escreveu Almir Zarfeg na orelha.
Assim Arolda, que estreou na literatura com o livro de poemas “Uma pintada de poesia de mulher” (Lura Editorial, 2021), causará sensação também como contista ou cronista, aumentando o rol de leitores e admiradores.
O certo é que ela tem encontro marcado na Festa Literária Internacional de Paraty (Flip 2024), na Casa Caravana, às 15h do dia 10 de outubro, para debater o tema “Realidade e ficção: do ensaio à autoficção, os desafios do fazer literário”.
Mediada por Malvina Rosa, a mesa contará também com os autores Suelen Vieira, Xico Cruz, Letícia Alminhana, Ângela Zanirato, Carolina Moraes e Gabriel Caruso.
Arolda Figuerêdo é professora de literatura brasileira no Campus X da Universidade do Estado da Bahia (UNEB) e membra benemérita da Academia Teixeirense de Letras (ATL). Ainda faz parte de outras instituições literárias como Academia de Letras de Teófilo Otoni (ALTO) e Associação Profissional de Poetas no Estado do Rio de Janeiro (APPERJ).
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Fonte: Redação/Vejaessa


