Ato por Lula em Teixeira supera expectativas e destaca protagonismo da juventude
Foto: Amanda Santana dos Santos / @strnpsycho
por Luiz Oss
A expressão “onda vermelha” costuma ser usada para descrever um movimento crescente de mobilização popular em torno de partidos ou candidaturas de esquerda.
Para os organizadores da manifestação em favor da reeleição do presidente Lula, realizada na manhã deste sábado (10), em Teixeira de Freitas, chamar o movimento de “onda vermelha” é um mero eufemismo. O que testemunhamos foi um verdadeiro tsunami que se estendeu ao longo da avenida.
Foto: Ualdo Dutra/VejaEssa
Dois pontos são dignos de nota a respeito da mobilização deste sábado: o protagonismo da juventude e o apoio de quem presenciou o ato.
Jovens, o futuro é agora
A presença expressiva de jovens, desde a adesão até a liderança da manifestação, foi algo tão estimulante quanto surpreendente.
É claro que os chamados “cabeças brancas” tiveram um papel imprescindível no planejamento e na execução das ações que garantiram o sucesso da manifestação de hoje.
Foto: Ualdo Dutra/VejaEssa
Contudo, os jovens tiveram voz ativa do início ao fim. Isso significa que a juventude politizada de Teixeira de Freitas não se limitou a “fermentar” as ruas, mas também tomou a iniciativa de transformar planos em realidade.
E a realidade mostra uma juventude cada vez mais madura e experiente, preparada para exercer o protagonismo político ao lado de lideranças históricas. É o encontro da geração analógica com a geração digital que, juntas, com suas particularidades, podem vislumbrar um futuro que rompe no horizonte.
Foto: Ualdo Dutra/VejaEssa
Reação popular
Ao longo de todo o trajeto, a reação dos transeuntes que acompanhavam a passeata chamou a atenção. Seja com o punho cerrado erguido, seja com o “L” formado pelos dedos da mão, as demonstrações de apoio foram tão espontâneas quanto genuínas.
Foto: Ualdo Dutra/VejaEssa
Foto: Ualdo Dutra/VejaEssa
Muitos não esperavam uma adesão tão expressiva do público, que reagiu positivamente à passagem dos manifestantes.
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Outros não puderam se juntar ao movimento por causa do trabalho. Um funcionário de um grande supermercado da cidade foi enfático:
“Queria ter participado, mas, no horário de trabalho, é complicado. Pelo menos, minha família toda foi. Temos que lutar para assegurar nossos direitos. Tivemos tanta luta para conquistar esses direitos e não podemos perdê-los por conta de uma má escolha”, explicou.
Foto: Ualdo Dutra/VejaEssa
Não há uma estimativa oficial do número de manifestantes, mas, entre os entrevistados durante o ato, a avaliação foi unânime: a mobilização superou todas as expectativas.
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Fonte: Vejaessa – Redação


