Galeria Motirô apresenta a primeira exposição de artes indígenas em Teixeira de Freitas
A’E PORÃ’E NUHATÊ: Artes dos povos indígenas Pataxó, Pataxó Hã-hã-hãe e Tupinambá na galeria Motirô (Shopping Pátio Mix): um reencontro com nossa ancestralidade indígena
Galeria Motirô apresenta a primeira exposição de artes indígenas em Teixeira de Freitas — Fotos: Arquivos Coletivo Motirô
Entre os dias 15/08 a 28 de setembro de 2025, a galeria Motirô, do Shopping Pátio Mix – Teixeira de Freitas (BA) sediará a exposição A’E PORÃ’E NUHATÊ: Artes dos povos indígenas Pataxó, Pataxó Hã-hã-hãe e Tupinambá, constituída por trabalhos que reúnem diferentes linguagens e estéticas assinadas por artistas indígenas, representantes dessas três etnias: Chauã Costa dos Santos (Pataxó), Antxuariwê Oliveira dos Santos (Pataxó), Ana Paula Silva do Amaral (Tupinambá), Paulo Vitor Santos de Oliveira (Pataxó), Anne Vitória Santos de Oliveira (Pataxó), Etevaldo Ribeiro de Souza (Pataxó), Junior Farias do Nascimento (Pataxó), Nyomaktxi (Pataxó), Aricuri Farias do Nascimento (Pataxó), Ilzete Pereira de Souza (Pataxó), Kailane dos Santos Gonçalves (Pataxó hã-hã-hãe) e Taquary (Tupinambá ).


A organização desta exposição vincula-se a proposta educativa da disciplina Estética e Comunicação, ofertada aos discentes das áreas de Linguagens e Artes da Licenciatura Intercultural em Educação Escolar Indígena (Liceei), do Departamento de Educação – Campus X, da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), que teve por objetivo: “analisar e compreender a comunicação sob uma perspectiva estética, considerando que os elementos comunicativos como linguagens: imagens, sons e performances afetam as experiências e as percepções dos sujeitos”.

A exposição A’E PORÃ’E NUHATÊ (expressões das línguas tupinambá e patxôhã significam artes ancestrais) tem por curadoras a arte-educadora Katia Aslene (Motirô) e a professora-pesquisadora Helânia Tomazine Porto (UNEB), que junto aos estudantes indígenas de Linguagens e Artes (Liceei/UNEB) buscam dar visibilidade às manifestações artísticas e visões de mundo de povos indígenas do Sul e Extremo Sul da Bahia. Esta exposição coletiva reúne cerca de 30 obras – entre pinturas, cestarias, maquete, objetos, tendo o grafismo indígena como linguagem principal, um convite para o diálogo com os saberes e fazeres de indígenas Bahia.

No lançamento, na noite de 15/08, fizeram-se presentes os artistas Erlan Santos e Tamy Persan, os responsáveis pelas mídias digitais Izabela Brandão e Rodolfo Passos, o professor Joalbo Brandão, o artista de Medeiros Neto Fred Matos e demais membros do coletivo Motirô e da equipe do Pátio Mix. Além desses ilustres profissionais, os professores da Universidade do Estado da Bahia (UNEB) que atuam na Licenciatura Intercultural em Educação Escolar Indígena (Liceei) e na Pedagogia Intercultural em Educação Escolar Indígena (PIEEI) – Halysson Gomes da Fonseca, Gerusa Sobreira, Gabriela Fernandes Feliciano Murua, Gisele das Chagas Costa, Lígia Raquel Soares e Helânia Thomazine Porto; o escritor e compositor da Academia Teixeirense de Letras Joselito Souza Leite Júnior, o artista plástico e produtor de cinema Dermival Pires, a professora e contadora de histórias Andressa Viana, o artista plástico Gilberto Bahia, o fotógrafo Márcio Almeida Bayerl e os estudantes Liceei (UNEB) que participaram da organização da exposição: Antxuariwê Oliveira dos Santos, Aricuri Farias do Nascimento, Dayane Braz da Conceição, Érica Souza da Silva Ferreira, Itainara Ribeiro de Souza, Kailane dos Santos Gonçalves, Laila Halery dos Santos, Leonidi Farias do Nascimento, Michele Conceição Lima da Silva, Paulo Vitor Santos de Oliveira e Pedrisa Oliveira Braz.
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A’E PORÃ’E NUHATÊ é a primeira exposição de artes indígenas da galeria Motirô. Ela estará em exibição até o dia 28 de setembro de 2025, assim um convite para um reencontro com nossa ancestralidade indígena.
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Fonte: Por Helânia Thomazine Porto (UNEB)


