Jorge Ventura é o poeta convidado da antologia “ATL em Verso e Prosa!” volume 9
Poeta convidado Jorge Ventura, presidente Raimundo Magalhães e Almir Zarfeg
Jorge Ventura é o poeta convidado da antologia “ATL em Verso e Prosa!” – volume 9, editada pela Academia Teixeirense de Letras (ATL) e organizada pelo poeta, jornalista e presidente de honra dessa instituição literária, Almir Zarfeg.
Além de poeta, Jorge é roteirista, editor, ator, jornalista e publicitário. Formado em Artes Cênicas e Comunicação Social, com pós-graduação em Marketing e Didática do Ensino Superior, ele é também presidente da Associação Profissional de Poetas no Estado do Rio de Janeiro (APPERJ), titular do PEN Clube do Brasil, conselheiro da UBE/RJ e um dos integrantes do grupo Poesia Simplesmente.
O artista já recebeu cerca de 100 prêmios, em nível nacional e internacional, como autor e intérprete. Alguns dos seus poemas foram vertidos para os idiomas inglês, francês, espanhol, italiano e grego.
Jorge tem 11 livros publicados e participação em dezenas de coletâneas nacionais e estrangeiras. A obra “Libitina: elegias e alguns infortúnios”, que reúne 30 mini e microcontos inéditos de sua autoria, sairá ainda neste primeiro semestre de 2025. Zarfeg cuidou do prefácio.
Jorge Ventura, Poeta Convidado do volume 9 de "ATL em Verso e Prosa!"
“Além de excelente poeta, Jorge é um prosador muito competente nas narrativas curtas, com uma capacidade de síntese e precisão muito acima da média”, elogiou Zarfeg.
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Parceiro da ATL, Jorge marcou presença como jurado do Prêmio Castro Alves de Literatura – nas edições 2024 e 2025. Como poeta convidado do volume 9 de “ATL em Verso e Prosa!”, participa com os textos “Origami” e “A farsa e a força”.
Aleilton Fonseca, Poeta Convidado do volume 10 previsto para 2026
Aleilton Fonseca, presidente da Academia de Letras da Bahia (ALB), será o poeta convidado do volume 10, previsto para 2026, quando a ATL estará celebrando seu primeiro decênio de fundação.
ORIGAMI
quando a ideia me perturba
entre o barulho e o silêncio
tudo é um só contrassenso
que inocência ou culpa
virá em vão me julgar
neste papel tumular?
reparto em dobras meus textos
discursos e manuscritos
(de abismos e de delírios)
nas páginas, palimpsestos
reparto também a folha
metade doutra metade
do que é múltiplo e arte
e antes que a ideia se recolha
e a angústia vire bolha
e o papel retorne seda
nas dobraduras das letras
o verso assim se desdobra
pois toda palavra é obra
pra muito além do poema
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Fonte: Redação - Vejaessa


