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Júlio Magalhães estreia com a biografia “Entre estradas e guerras”

13 de outubro de 2026
Júlio Magalhães estreia com a biografia “Entre estradas e guerras”

O autor Júlio Magalhães Fernandes com exemplar de "Entre estradas e guerras"

Com a biografia “Entre estradas e guerras” (UICLAP, 2026), Júlio Magalhães Fernandes marca sua estreia na literatura regional. A obra pode ser adquirida neste link.

O livro narra a trajetória de Joaquim Fernandes, cidadão baiano natural de Igaporã que, entre os anos 20 e 50 do século passado, fez carreira na Polícia Militar do Estado de São Paulo (então Força Pública do Estado de São Paulo). Participando inclusive da Revolução de 30 e, também, da Revolução Constitucionalista de 1932.

Júlio Magalhães estreia com a biografia “Entre estradas e guerras”

Assim que foi para a reserva da PM, em 1954, Joaquim Fernandes retornou para a Bahia e escolheu Caetité para fixar residência por duas razões: porque ficava próximo da Fazenda Santana, propriedade da família, e para que os filhos pudessem estudar. Ele estava acompanhado da esposa Maria Rosa Fernandes, natural de Monte Aprazível-SP, e dos filhos Julieta, Judith, Jaracy, Jurandir e do caçula e autor da biografia Júlio Magalhães Fernandes.

“Entre estradas e guerras”, portanto, narra os acontecimentos que marcaram não somente a vida do saudoso Joaquim Fernandes, mas também de todas as pessoas que passaram por sua vida, direta ou indiretamente, como familiares, amigos e parceiros.

Em Caetitê, Joaquim Fernandes exerceu a função de delegado de polícia e apoiou os estudos dos filhos, que se formaram em magistério no consagrado Instituto de Educação Anísio Teixeira.

Em 19 de maio de 1979, aos 74 anos, o patriarca faleceu vitimado por um infarto fulminante. Como era desejo do militar, foi sepultado com sua farda de sargento no cemitério da cidade de Igaporã, onde havia nascido em 1905.

Em mais de 300 páginas, Júlio Magalhães narra não só a saga do pai, como também dos parentes em linha reta, como pais, avós e bisavós (chamados ascendentes); como os próprios filhos e netos (chamados descendentes). Como também os parentes em linha colateral, como irmãos, tios e sobrinhos.

Júlio Magalhães estreia com a biografia “Entre estradas e guerras”

“Primeiramente, quero agradecer a Deus por Ele ter me dado sabedoria e inspiração, para escrever a história do meu pai Joaquim Fernandes”, registrou Júlio Magalhães nos agradecimentos.

“Creio que a gratidão é imensa pelo fato de ter me concedido o privilégio de concluir esta obra, na qual tive a oportunidade de relatar a história paterna, resgatando valores religiosos, familiares e patrióticos”, acrescentou.

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No último sábado (10/10), o autor participou do programa “Vozes e riquezas da terra”, da Rádio Caraípe FM, apresentado por Franedir Góis. Na oportunidade, falou sobre o processo de escrita da obra e detalhou as etapas da edição e publicação que couberam a Almir Zarfeg.

Na sessão solene marcada para o dia 28 de novembro de 2026, no auditório da Câmara Municipal de Teixeira de Freitas, Júlio Magalhães e outros autores regionais serão homenageados pela Academia Teixeirense de Letras (ATL). Uma forma de reconhecer aqueles que movimentam a literatura e a cultura em Teixeira de Freitas e região.


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Fonte: Vejaessa – Redação