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Luiz Otávio Oliani autografa sua mais nova obra, “Eu me sinto um criminoso”, no RJ

11 de julho de 2025
Luiz Otávio Oliani autografa sua mais nova obra, “Eu me sinto um criminoso”, no RJ

Luiz Otávio Oliani, Maria Célia Vieira e o poeta e editor Jorge Ventura – Fotos: Divulgação

O carioca Luiz Otávio Oliani autografou na última quarta-feira (9), entre as 18h e 21h, na Cafeteria Coffee Break, na Lapa, no Rio de Janeiro, sua mais nova obra. Trata-se do livro “Eu me sinto um criminoso e outras crônicas” (Ventura Editora, 2025), que marca a incursão do escritor e poeta no gênero crônica.

O lançamento foi prestigiado por inúmeros artistas da palavra, como Chris Herrmann, Val Mello, Maria Célia Vieira, José M. Diaz, Edir Meirelles, Leyla Lobo, Jorge Ventura (que é também o editor da obra), Alexei Bueno e tantos outros nomes.

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O livro reúne as crônicas, quase sempre em forma de pequenos textos, que o autor dedicou à arte da escrita, da leitura e da edição de livros. Enfim, são observações quotidianas sobre o mundo dos livros, autores, leitores e o mercado editorial. Quase sempre marcadas bela brevidade, humor e leveza, como dever ser uma boa crônica.

Luiz Otávio Oliani autografa sua mais nova obra, “Eu me sinto um criminoso”, no RJ

Luiz Otávio Oliani autografando "Eu me sinto um criminoso e outras crônicas"


Em “Cabeça de escritor”, por exemplo, Oliani escreve: “Assim é o escritor, um ser que vive entre palavras, à espreita de novos livros a serem escritos. Um ser que não fica satisfeito quando um título inédito vem ao mundo, porque o próximo será sempre melhor”. Já em “Casa sem vida”, pontua: “Uma casa sem livros não tem vida. É um espaço frio, onde não impera a imaginação.

É um local árido onde o universo campeia seco. É um ambiente onde a terra não se faz plena com todas as potencialidades”. Em “Para quem escrever?”, ele esclarece: “O escritor escreve para se comunicar com o mundo. Cria literatura, exerce o fascínio da imaginação, ao golpear a realidade por meio da denotação, porque isto lhe cabe. Revela o amor pelas palavras, por necessidade particular”.

A obra é prefaciada pela escritora sul-mato-grossense Raquel Naveira.

A orelha ficou a cargo de Almir Zarfeg, que fez uma breve apresentação do autor Luiz Otávio Oliani: “Na totalidade dos textos – uns sessenta pelo menos – salta à vista o bibliófilo, antes de qualquer coisa. Pois, antes mesmo de se tornar professor e escritor, Oliani já havia decidido o que seria quando crescesse: alguém de cuja vida os livros fariam parte não como acessório ou detalhe, mas como extensão, prolongamento e razão de ser. Imbuído dessa missão, ele apresenta suas impressões sobre a natureza da literatura, a cumplicidade que envolve autor/obra e a relação nada amistosa entre criação e mercado editorial. A recepção artística também é posta em questão”.

 


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Fonte: Redação — Vejaessa