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Rosemberg: “Podem arrancar a placa, mas não apagam a obra nem o futuro que ela abre”

14 de julho de 2026
Rosemberg: “Podem arrancar a placa, mas não apagam a obra nem o futuro que ela abre”
Deputado estadual Rosemberg Pinto, líder do governo na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) — Fotos: Divulgação 

“Podem arrancar uma placa, mas não conseguem arrancar do mapa uma obra dessa grandeza nem apagar o futuro que ela abre para o Sul da Bahia.” A afirmação é do deputado estadual Rosemberg Pinto, líder do governo na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), ao destacar a importância da BA-649 e reagir ao ato do deputado Leandro de Jesus, aliado de ACM Neto, filmado retirando a placa de inauguração da  primeira etapa da obra.

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Para Rosemberg, os 18 quilômetros da Rodovia Gabriela, as pontes Dona Flor e Jubiabá e os acessos duplicados às margens do Rio Cachoeira representam mais do que uma nova ligação entre Ilhéus e Itabuna. A primeira etapa integra um sistema viário com investimento estimado em R$ 410 milhões, concebido para retirar da BR-415 a condição de única grande artéria entre os dois principais centros urbanos do Sul da Bahia.

Rosemberg: “Podem arrancar a placa, mas não apagam a obra nem o futuro que ela abre”

“Essa obra revela uma visão de futuro que não nasceu de uma decisão improvisada nem da preocupação com a próxima eleição. É resultado de um projeto político que pensa a Bahia no longo prazo, atravessa governos e encontra agora, na liderança do governador Jerônimo Rodrigues, a capacidade de sair do papel e se transformar em estrada, pontes, mobilidade, emprego e desenvolvimento”, afirmou.

Segundo o deputado, a BA-649 cria as condições para que Ilhéus e Itabuna ampliem uma integração que já existe na economia, no comércio, na saúde, na educação, no turismo e na vida de milhares de pessoas que se deslocam diariamente entre as duas cidades. Com dois corredores viários, será possível distribuir melhor o tráfego, reduzir os gargalos urbanos e dar maior previsibilidade ao transporte de passageiros e cargas.

Rosemberg situou a rodovia dentro de um conjunto de intervenções estruturantes conduzidas pelo Governo do Estado. Citou a Ponte Salvador-Itaparica, que entrou em uma nova fase com a autorização para o início das obras em terra, os investimentos em mobilidade e logística, a expansão da rede hospitalar e a implantação de escolas de tempo integral em todas as regiões da Bahia.
“Não são obras soltas. Quando se constrói uma estrada como a BA-649, uma ponte como a Salvador-Itaparica, um hospital regional ou uma escola de tempo integral, está sendo construída uma nova infraestrutura econômica e social para a Bahia. É assim que se atraem empresas, se reduzem distâncias, se qualificam trabalhadores e se criam oportunidades fora dos grandes centros”, explicou.

Rosemberg: “Podem arrancar a placa, mas não apagam a obra nem o futuro que ela abre”

O líder governista ressaltou que a BA-649 não pertence a um governador, a um partido ou a uma administração. Ela é do povo baiano. A nossa responsabilidade foi ter a visão, tomar as decisões e trabalhar para que ela se tornasse realidade. Governos passam; a estrada, as pontes e os benefícios ficam.”

A retirada da placa pelo deputado Leandro de Jesus motivou o registro de um boletim de ocorrência pela Secretaria de Infraestrutura da Bahia (Seinfra). Rosemberg também encaminhou o caso à Procuradoria-Geral do Estado (PGE) e ao Conselho de Ética da Assembleia Legislativa.
“Fiscalizar é obrigação de qualquer parlamentar.

Destruir ou retirar patrimônio público para produzir vídeo em rede social é outra coisa. O Sul da Bahia esperou décadas por uma alternativa à BR-415. Não será o vandalismo de um aliado de ACM Neto que vai interromper essa transformação ou esconder da população quem trabalha para construir e quem prefere arrancar placas”, declarou.

Enquanto as providências institucionais seguem seu curso, o Sistema Viário da BA-649 avança para a segunda etapa, que inclui duas pontes intermediárias e o viaduto sobre a BR-415. Quando estiver plenamente implantado, o sistema binário permitirá que Ilhéus e Itabuna dividam entre dois grandes eixos uma circulação que há muito superou a capacidade da antiga rodovia.


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Fonte: Vejaessa – Redação